{"id":6892,"date":"2025-06-05T14:23:56","date_gmt":"2025-06-05T17:23:56","guid":{"rendered":"https:\/\/padrejosimo.com.br\/site\/?post_type=revista_radio&#038;p=6892"},"modified":"2025-06-05T14:23:56","modified_gmt":"2025-06-05T17:23:56","slug":"revista-de-radio-no616-05-de-junho-de-2025","status":"publish","type":"revista_radio","link":"https:\/\/padrejosimo.com.br\/site\/revista_radio\/revista-de-radio-no616-05-de-junho-de-2025\/","title":{"rendered":"Revista de R\u00e1dio N\u00ba616 &#8211; 05 de junho de 2025"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center\"><b>INSTITUTO CULTURAL PADRE JOSIMO\u00a0<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><b>PROGRAMA REVISTA DE R\u00c1DIO<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><b>Produ\u00e7\u00e3o e apresenta\u00e7\u00e3o: <\/b><span style=\"font-weight: 400\">Frei Jo\u00e3o Osmar<\/span><\/p>\n<p><b>616\u00ba programa: <\/b><span style=\"font-weight: 400\">05 de junho de 2025:<\/span><\/p>\n<p><b>1- Resenha: <\/b><span style=\"font-weight: 400\">No programa de hoje vamos tratar sobre o Projeto de Lei 2159\/2021, apelidado de PL da Devasta\u00e7\u00e3o, que j\u00e1 foi aprovado no Senado Federal e que encontra-se agora tramitando na C\u00e2mara dos Deputados. Est\u00e3o acontecendo por todo o Brasil manifesta\u00e7\u00f5es contra o tal PL organizadas pelos Movimentos populares e ambientais, Igrejas e diversas entidade da Sociedade civil, intensificada nos \u00faltimos dias, pois estamos vivendo no Brasil a Semana do Meio Ambiente. sigo aqui material publicado no site do MST no dia 03\/06\/2025, cujo link coloco abaixo para quem quiser ter acesso ao material completo. \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0<\/span><a href=\"https:\/\/mst.org.br\/2025\/06\/02\/pl-da-devastacao-quer-libera-geral-que-deve-ampliar-crise-ambiental-e-devastacao-dos-biomas\/\"><span style=\"font-weight: 400\">PL da Devasta\u00e7\u00e3o quer libera geral, que deve ampliar crise ambiental e devasta\u00e7\u00e3o dos biomas &#8211; MST<\/span><\/a><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">A Jornada Nacional em Defesa da Natureza do MST repudia o PL da Devasta\u00e7\u00e3o e defende a soberania alimentar e a agricultura camponesa, no enfrentamento \u00e0 crise ambiental<\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">. <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">Ap\u00f3s o dia 21 de maio, o tema do meio ambiente voltou aos jornais da grande m\u00eddia a partir da aprova\u00e7\u00e3o pelo Senado Federal do Projeto de Lei 2.159\/2021, conhecido como <\/span><a href=\"https:\/\/pldadevastacao.org\/\"><span style=\"font-weight: 400\">\u201cPL da Devasta\u00e7\u00e3o\u201d<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">. Com 54 votos a favor e apenas 13 contra, a proposta que flexibiliza as regras de licenciamento ambiental no Brasil segue agora para a C\u00e2mara dos Deputados, onde ser\u00e1 decidido se chegar\u00e1 \u00e0s m\u00e3os do presidente Lula para san\u00e7\u00e3o ou veto. A medida representa uma mudan\u00e7a radical na forma como o pa\u00eds lida com a prote\u00e7\u00e3o ambiental. Isso porque o projeto transforma profundamente o licenciamento ambiental brasileiro. A nova regra permite que empreendimentos obtenham licen\u00e7as de forma quase autom\u00e1tica, baseadas apenas na autodeclara\u00e7\u00e3o dos interessados, sem a exig\u00eancia de an\u00e1lises t\u00e9cnicas detalhadas. Apenas atividades consideradas de<\/span><b> \u201calto risco\u201d<\/b><span style=\"font-weight: 400\"> escapariam dessa simplifica\u00e7\u00e3o \u2014 uma exce\u00e7\u00e3o que, segundo especialistas, \u00e9 fr\u00e1gil e insuficiente.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Caso seja aprovado na C\u00e2mara dos Deputados e sancionado pelo presidente Lula, o PL representa um retrocesso em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 seguran\u00e7a ambiental e mitiga\u00e7\u00e3o da crise ambiental, enfatiza o secret\u00e1rio-executivo do Observat\u00f3rio do Clima, Marcio Astrini. Segundo ele, o PL da Devasta\u00e7\u00e3o elimina, justamente, a seguran\u00e7a e os instrumentos necess\u00e1rios para cuidar do meio ambiente no Brasil, al\u00e9m de ir contra a Constitui\u00e7\u00e3o Federal de 1988. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">\u00c9 um projeto que agride v\u00e1rias legisla\u00e7\u00f5es, inclusive a Constitui\u00e7\u00e3o, e torna mais dif\u00edcil para o Brasil alcan\u00e7ar seus compromissos ambientais, porque com ele voc\u00ea perde um instrumento importante para estabelecer regras e fazer cumprir as legisla\u00e7\u00f5es. Na pr\u00e1tica, cria-se uma esp\u00e9cie de anarquia no licenciamento no Brasil, onde verificar o dano de um projeto passa a ser exce\u00e7\u00e3o. A regra \u00e9 liberar tudo para quem quiser\u201d<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">, denuncia Astrini.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Ele explica ainda que o PL conta com mais de uma dezena de pontos inconstitucionais, inclusive que j\u00e1 foram julgados pelo Supremo, como, por exemplo, isentar a agropecu\u00e1ria de grande escala do processo de licenciamento. \u201cIsso j\u00e1 foi deliberado no Supremo, \u00e9 inconstitucional, assim como o licenciamento para obras de m\u00e9dio porte. J\u00e1 existe uma decis\u00e3o do Supremo sobre isso. O licenciamento \u00e9 obrigat\u00f3rio apenas para obras de pequeno porte, com baixo impacto poluidor, baixo impacto ambiental, baixa capacidade poluidora \u2014 e ainda depende da localidade\u201d, resume.<\/span><\/p>\n<p><b>Destrui\u00e7\u00e3o dos Biomas<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">A aprova\u00e7\u00e3o do PL da Devasta\u00e7\u00e3o vai contra a defesa dos bens comuns da natureza e do meio ambiente que est\u00e1 na pauta de luta dos movimentos sociais do campo e, que o MST tem incorporado como um elemento central \u00e0 luta pela Reforma Agr\u00e1ria, a partir do in\u00edcio dos anos 2000. \u201cEm todos os Estados n\u00f3s estamos vivendo um grande impacto na quest\u00e3o ambiental, que est\u00e1 na centralidade da luta, do movimento. Em todas as lutas temos colocado essa quest\u00e3o e feito muitos enfrentamentos, nas assembleias legislativas, a partir das den\u00fancias, nas marchas, nas ruas, nos debates, nos diferentes espa\u00e7os. Temos nos posicionado contra esse projeto de lei e tamb\u00e9m contra as mazelas do agroneg\u00f3cio, que vem avan\u00e7ando n\u00e3o s\u00f3 a partir de Bras\u00edlia, mas tamb\u00e9m nos nossos estados\u201d, explica a dirigente nacional do MST no Mato Grosso, Devanir Oliveira de Ara\u00fajo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Quanto ao estado do Mato Grosso, a dirigente do MST relata que os impactos do PL ser\u00e3o imensos, pois o MST no estado conta hoje com 32 assentamentos de Reforma Agr\u00e1ria no bioma do Cerrado e 11 assentamentos no bioma Amaz\u00f4nico. \u201cEssa lei vai atingir diretamente as fam\u00edlias que est\u00e3o nesses territ\u00f3rios. Temos um total de 1.263 fam\u00edlias assentadas em seis munic\u00edpios do estado, s\u00f3 no bioma amaz\u00f4nico; e assentamentos em 21 munic\u00edpios, que somam um total de 3.413 fam\u00edlias assentadas tamb\u00e9m no bioma Cerrado. Isso atinge diretamente as nossas fam\u00edlias que est\u00e3o no desafio de produzir a agroecologia no enfrentamento e combate aos agrot\u00f3xicos, pelos grandes latifundi\u00e1rios e monocultivos. <\/span><b>Na pr\u00e1tica, isso acelera a destrui\u00e7\u00e3o dos biomas<\/b><span style=\"font-weight: 400\">\u201c, resume.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Entre as mudan\u00e7as mais preocupantes est\u00e1 a cria\u00e7\u00e3o da Licen\u00e7a por Ades\u00e3o e Compromisso (LAC), que permite o licenciamento autom\u00e1tico mediante simples preenchimento de formul\u00e1rios. Na pr\u00e1tica, desaparecem a obrigatoriedade de estudos de impacto ambiental e a defini\u00e7\u00e3o de medidas compensat\u00f3rias, transferindo para o empreendedor uma responsabilidade que antes cabia aos \u00f3rg\u00e3os t\u00e9cnicos. \u201cAssim, perde-se o instrumento do licenciamento ambiental, que serve justamente como um instrumento de regula\u00e7\u00e3o do Estado, para o setor privado, principalmente; mas tamb\u00e9m para obras do setor p\u00fablico. Com esse descontrole ou com falta de regras, podem surgir impactos por conta do desejo individual do empreendedor. Voc\u00ea prioriza o desejo do empreendedor em detrimento da salvaguarda do coletivo, do interesse p\u00fablico\u201d, analisa Astrini. O texto ainda reduz drasticamente o poder de fiscaliza\u00e7\u00e3o do Sistema Nacional do Meio Ambiente (SISNAMA), incluindo o CONAMA e \u00f3rg\u00e3os estaduais. Em uma das mudan\u00e7as mais controversas, empreendimentos em unidades de conserva\u00e7\u00e3o poder\u00e3o ser licenciados sem a an\u00e1lise pr\u00e9via do ICMBio, abrindo caminho para a explora\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica em \u00e1reas protegidas.<\/span><\/p>\n<p><b>Impactos sociais e ambientais<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">As consequ\u00eancias podem ser devastadoras para territ\u00f3rios ind\u00edgenas e quilombolas, especialmente aqueles em processo de demarca\u00e7\u00e3o. Com a nova lei, setores como o agroneg\u00f3cio e a minera\u00e7\u00e3o ganham terreno para expandir suas atividades sobre essas \u00e1reas, sem os entraves anteriores. O agroneg\u00f3cio \u00e9 um dos grandes beneficiados. O PL da Devasta\u00e7\u00e3o isenta diversas atividades agropecu\u00e1rias do licenciamento ambiental, substituindo-o por meras autodeclara\u00e7\u00f5es \u2014 um presente para a bancada ruralista, mas um risco imenso para biomas j\u00e1 sob press\u00e3o. Para completar, uma emenda de \u00faltima hora, proposta pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre, criou a Licen\u00e7a Ambiental Especial (LAE). Esse dispositivo permite ao governo acelerar projetos considerados \u201cestrat\u00e9gicos\u201d, mesmo quando representam claros riscos ambientais \u2014 como a pol\u00eamica explora\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo na foz do Amazonas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Marcio Astrini considera que a Licen\u00e7a Ambiental Especial (LAE) cria outro problema grave, porque elege por decis\u00e3o pol\u00edtica e prefer\u00eancia de interesses sobre que obras v\u00e3o tramitar no processo de licenciamento. \u201cIsso foge totalmente \u00e0 t\u00e9cnica. Voc\u00ea vai ter obras que recebem facilidades no processo de an\u00e1lise por uma decis\u00e3o pol\u00edtica. Assim, retira-se toda a salvaguarda t\u00e9cnica para evitar emiss\u00e3o de gases, dano ambiental, dano \u00e0s comunidades, dano ao ecossistema. Se tira isso da equa\u00e7\u00e3o, e o que vale \u00e9 a decis\u00e3o pol\u00edtica.\u201d Na vis\u00e3o do secret\u00e1rio-executivo do Observat\u00f3rio do Clima, isso tamb\u00e9m \u00e9 perigoso porque pode abrir mais espa\u00e7o para a corrup\u00e7\u00e3o, se tornando um privil\u00e9gio para alguns, j\u00e1 que o crit\u00e9rio de escolha passa a ser meramente subjetivo. \u201cIsso tem um endere\u00e7o certo: a explora\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo na Amaz\u00f4nia, na foz do Amazonas. \u00c9 um desejo de um parlamentar, que colocou seu interesse individual dentro de um projeto de lei. \u00c9 um absurdo. Mas, infelizmente, vivemos v\u00e1rios absurdos nessa vota\u00e7\u00e3o do PL.\u201d Enquanto o governo celebra a \u201cagilidade\u201d que o PL traria ao desenvolvimento econ\u00f4mico, ambientalistas alertam: o pre\u00e7o pode ser a destrui\u00e7\u00e3o acelerada de ecossistemas vitais e o desmonte de d\u00e9cadas de pol\u00edticas ambientais. O Brasil parece ter escolhido um caminho perigoso \u2014 e as consequ\u00eancias podem ser irrevers\u00edveis.<\/span><\/p>\n<p><b>Impactos da BR 319<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Marcio Astrini tamb\u00e9m alerta que o PL pode afetar os compromissos do Brasil, impactando nas metas de redu\u00e7\u00e3o de emiss\u00f5es de gases de efeito estufa (GEE), especialmente nos setores de agropecu\u00e1ria e infraestrutura, aumentando as emiss\u00f5es desses gases. \u201cUm exemplo bem claro \u00e9 a BR-319 [uma rodovia federal de 870 quil\u00f4metros, que liga Manaus, do Amazonas \u00e0 Porto Velho, Rond\u00f4nia. A rodovia atravessa uma parte intocada da floresta amaz\u00f4nica. O problema da pavimenta\u00e7\u00e3o da BR \u00e9 que a estrada vai acrescentar mais desmatamento por onde passar. Para que n\u00e3o ocorra desmatamento, \u00e9 preciso tomar uma s\u00e9rie de medidas e essas medidas n\u00e3o est\u00e3o previstas na obra.\u201d Portanto, caso o PL da Devasta\u00e7\u00e3o seja aprovado na C\u00e2mara dos Deputados e sancionado pelo Presidente Lula, o \u00f3rg\u00e3o licenciador n\u00e3o ter\u00e1 mais o papel de fiscalizar e evitar os impactos indiretos da rodovia BR 319 e de outras rodovias, que geram desmatamentos e impactos ambientais negativos pelo pa\u00eds. \u201cO \u00fanico impacto calculado [com o PL] \u00e9 o causado por onde passa o asfalto, e n\u00e3o as consequ\u00eancias do aumento do desmatamento naquela regi\u00e3o. Ent\u00e3o, voc\u00ea ter\u00e1 licenciamentos que n\u00e3o consideram os impactos totais da obra. Isso pode causar mais polui\u00e7\u00e3o, contaminar um rio, gerar problemas de sa\u00fade p\u00fablica, aumentar o desmatamento, agredir uma unidade de conserva\u00e7\u00e3o ou uma terra ind\u00edgena, resultando em mais desmatamento, mais polui\u00e7\u00e3o e emiss\u00f5es de gases de efeito estufa\u201d, projeta Astrini.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">O fim do licenciamento ambiental tamb\u00e9m pode afetar as \u00e1reas de Reforma Agr\u00e1ria, especialmente em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 grilagem, ao avan\u00e7o do agroneg\u00f3cio e \u00e0 regulariza\u00e7\u00e3o de territ\u00f3rios ocupados por fam\u00edlias Sem Terra. Nesse sentido, Devanir aponta que a \u201cJornada Nacional em Defesa da Natureza\u201d deste ano repudia o PL da devasta\u00e7\u00e3o, e anuncia a necessidade da defesa da soberania alimentar e da agricultura camponesa, como um desafio no enfrentamento \u00e0 crise ambiental. \u201cO MST defende o desmatamento zero, constr\u00f3i a agroecologia, e o cuidado com os bens comuns da natureza; por isso pautamos o tema da quest\u00e3o ambiental, porque \u00e9 transversal. E na semana do 5 de junho, nos colocamos nas ruas, nos debates, na rela\u00e7\u00e3o com a sociedade, para dizer n\u00e3o a esse projeto de morte, n\u00e3o aos agrot\u00f3xicos. E anunciar nosso projeto de vida, da agroecologia e a necessidade de plantar \u00e1rvores e produzir alimentos saud\u00e1veis, tamb\u00e9m como condi\u00e7\u00e3o para a continuidade dos seres vivos e do planeta\u201d, aponta Devanir. E complementa: \u201c<\/span><b>A quest\u00e3o ambiental \u00e9, acima de tudo, uma quest\u00e3o imprescind\u00edvel <\/b><span style=\"font-weight: 400\">para que a gente possa viver com dignidade, no campo ou na cidade\u201d, conclui.<\/span><\/p>\n<p><b>2- Testemunho\/entrevista:<\/b><span style=\"font-weight: 400\"> Hoje vamos ouvir o testemunho F\u00e1bio Paes que trabalha no SEFRAS em S\u00e3o Paulo e \u00e9 o Coordenador da Revista Casa Comum,\u00a0 com o t\u00edtulo \u201cA Terra \u00e9 nossa parente\u201d e de Lucas Lins, que \u00e9 natural de Caucaia, no Cear\u00e1 e \u00e9 membro da Juventude Franciscana &#8211; JUFRA e ativista ambiental, com o t\u00edtulo \u201cUm outro jeito de viver est\u00e1 nascendo\u201d. \u00c1udios produzidos em parceria com o SINFRAJUPE e publicados originalmente no programa de r\u00e1dio \u201cReflex\u00f5es com Frei Gilberto Teixeira\u201d;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">\u00a0<\/span><b>3- M\u00fasica: <\/b><span style=\"font-weight: 400\">Caminhos Alternativos, com Ant\u00f4nio Gringo;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">\u00a0<\/span><b>4- Fotos da internet:<\/b><span style=\"font-weight: 400\"> Brasil de Fato &#8211; mobiliza\u00e7\u00f5es contra o PL da devasta\u00e7\u00e3o:<\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-6895\" src=\"https:\/\/padrejosimo.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/B-D-F-.jpg\" alt=\"\" width=\"236\" height=\"180\" \/> <img decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-6896\" src=\"https:\/\/padrejosimo.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/B-D-F-4.jpg\" alt=\"\" width=\"244\" height=\"180\" \/> <img decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-6897\" src=\"https:\/\/padrejosimo.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/B-D-F-5.jpg\" alt=\"\" width=\"273\" height=\"180\" \/><\/p>\n","protected":false},"featured_media":5683,"template":"","class_list":["post-6892","revista_radio","type-revista_radio","status-publish","has-post-thumbnail","hentry"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.2 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Revista de R\u00e1dio N\u00ba616 - 05 de junho de 2025 - Instituto Cultural Padre Josimo<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/padrejosimo.com.br\/site\/revista_radio\/revista-de-radio-no616-05-de-junho-de-2025\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Revista de R\u00e1dio N\u00ba616 - 05 de junho de 2025 - Instituto Cultural Padre Josimo\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"INSTITUTO CULTURAL PADRE JOSIMO\u00a0 PROGRAMA REVISTA DE R\u00c1DIO Produ\u00e7\u00e3o e apresenta\u00e7\u00e3o: Frei Jo\u00e3o Osmar 616\u00ba programa: 05 de junho de 2025: 1- Resenha: No programa de hoje vamos tratar sobre o Projeto de Lei 2159\/2021, apelidado de PL da Devasta\u00e7\u00e3o, que j\u00e1 foi aprovado no Senado Federal e que encontra-se agora tramitando na C\u00e2mara dos [&hellip;]\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/padrejosimo.com.br\/site\/revista_radio\/revista-de-radio-no616-05-de-junho-de-2025\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Instituto Cultural Padre Josimo\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/padrejosimo.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Rev-de-radio-logo.jpg\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"1080\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"1080\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"11 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\/\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\/\/padrejosimo.com.br\/site\/revista_radio\/revista-de-radio-no616-05-de-junho-de-2025\/\",\"url\":\"https:\/\/padrejosimo.com.br\/site\/revista_radio\/revista-de-radio-no616-05-de-junho-de-2025\/\",\"name\":\"Revista de R\u00e1dio N\u00ba616 - 05 de junho de 2025 - Instituto Cultural Padre Josimo\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/padrejosimo.com.br\/site\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/padrejosimo.com.br\/site\/revista_radio\/revista-de-radio-no616-05-de-junho-de-2025\/#primaryimage\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/padrejosimo.com.br\/site\/revista_radio\/revista-de-radio-no616-05-de-junho-de-2025\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\/\/padrejosimo.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Rev-de-radio-logo.jpg\",\"datePublished\":\"2025-06-05T17:23:56+00:00\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\/\/padrejosimo.com.br\/site\/revista_radio\/revista-de-radio-no616-05-de-junho-de-2025\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\/\/padrejosimo.com.br\/site\/revista_radio\/revista-de-radio-no616-05-de-junho-de-2025\/\"]}]},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/padrejosimo.com.br\/site\/revista_radio\/revista-de-radio-no616-05-de-junho-de-2025\/#primaryimage\",\"url\":\"https:\/\/padrejosimo.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Rev-de-radio-logo.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\/\/padrejosimo.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Rev-de-radio-logo.jpg\",\"width\":1080,\"height\":1080},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\/\/padrejosimo.com.br\/site\/revista_radio\/revista-de-radio-no616-05-de-junho-de-2025\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\/\/padrejosimo.com.br\/site\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"Revistas R\u00e1dio\",\"item\":\"https:\/\/padrejosimo.com.br\/site\/revista-radio\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":3,\"name\":\"Revista de R\u00e1dio N\u00ba616 &#8211; 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