{"id":5982,"date":"2024-09-19T17:20:46","date_gmt":"2024-09-19T20:20:46","guid":{"rendered":"https:\/\/padrejosimo.com.br\/site\/?post_type=revista_radio&#038;p=5982"},"modified":"2024-09-19T17:20:46","modified_gmt":"2024-09-19T20:20:46","slug":"revista-de-radio-no-579-19-de-setembro-de-2024","status":"publish","type":"revista_radio","link":"https:\/\/padrejosimo.com.br\/site\/revista_radio\/revista-de-radio-no-579-19-de-setembro-de-2024\/","title":{"rendered":"Revista de R\u00e1dio N\u00ba 579 &#8211; 19 de setembro de 2024"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center\"><b>INSTITUTO CULTURAL PADRE JOSIMO\u00a0<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><b>PROGRAMA REVISTA DE R\u00c1DIO<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><b>Produ\u00e7\u00e3o e apresenta\u00e7\u00e3o: <\/b><span style=\"font-weight: 400\">Frei Jo\u00e3o Osmar<\/span><\/p>\n<p><b>579\u00ba programa: <\/b><span style=\"font-weight: 400\">19 de setembro de 2024:<\/span><\/p>\n<p><b>1- Resenha: <\/b><span style=\"font-weight: 400\">No programa de hoje vamos tratar sobre o nosso planeta Terra, tamb\u00e9m chamado de \u201cGaia\u201d, que vem sofrendo muito com os desequil\u00edbrios provocados pela a\u00e7\u00e3o humana nos \u00faltimos s\u00e9culos. Sigo aqui artigo de Eros Moreira de Carvalho publicado no site do Instituto Humanitas Unisinos, cujo link coloco a seguir para quem quiser ter acesso ao artigo completo.<\/span><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/ihu.unisinos.br\/643697-gaia-vive-artigo-de-eros-moreira-de-carvalho\"><span style=\"font-weight: 400\">Gaia Vive! Artigo de Eros Moreira de Carvalho &#8211; Instituto Humanitas Unisinos &#8211; IHU<\/span><\/a><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Para o nosso pr\u00f3prio bem, devemos ser mais cuidadosos e prudentes com as modifica\u00e7\u00f5es que fazemos no planeta. Devemos aprender a conviver com <\/span><b>Gaia<\/b><span style=\"font-weight: 400\"> em vez de guerrear com ela. Se n\u00e3o o fizermos, a nossa derrota \u00e9 certa&#8221;, escreve <\/span><b>Eros Moreira de Carvalho<\/b><span style=\"font-weight: 400\">,<\/span> <span style=\"font-weight: 400\">professor associado do Departamento de Filosofia da UFRGS.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Segundo ele, &#8220;pode-se sustentar que <\/span><b>Gaia<\/b><span style=\"font-weight: 400\"> regulou adaptativamente os seus processos nos \u00faltimos tr\u00eas bilh\u00f5es de anos para manter a temperatura m\u00e9dia da Terra mais ou menos constante, apesar da luz que recebe do sol ter aumentado aproximadamente 25% ao longo desse per\u00edodo. <\/span><b>Gaia<\/b><span style=\"font-weight: 400\">, como qualquer outro ser vivo, traz \u00e0 tona o seu <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">umwelt<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">, o que \u00e9 ou n\u00e3o significativo para ela&#8221;.<\/span><\/p>\n<h2><b>Eis o artigo.<\/b><\/h2>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">No imagin\u00e1rio ocidental, o planeta <\/span><b>Terra<\/b><span style=\"font-weight: 400\"> \u00e9 compreendido como um aglomerado de recursos dispon\u00edveis ao ser humano. O <\/span><a href=\"https:\/\/ihu.unisinos.br\/categorias\/604916-o-antropocentrismo-em-questao\"><span style=\"font-weight: 400\">antropocentrismo<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\"> que nos marca coloca o ser humano no centro e subordina todo o resto a ele. Apenas o ser humano tem valor intr\u00ednseco, apenas ele emana a luz da signific\u00e2ncia. A Terra, as coisas e os animais n\u00e3o-humanos s\u00f3 t\u00eam valor por causa de n\u00f3s, conforme os incorporamos nas engrenagens do nosso modo de vida e os tornamos \u00fateis para n\u00f3s.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Essa imagem da <\/span><b>Terra<\/b><span style=\"font-weight: 400\"> como amorfa e destitu\u00edda de significado nos leva a adotar em rela\u00e7\u00e3o a ela e aos animais n\u00e3o-humanos que a habitam a atitude de explorador, domador e controlador. Tamb\u00e9m pensamos que a Terra nos pertence, que podemos fazer o que quisermos com ela. Quando, na modernidade, fomos tomados pela <\/span><a href=\"https:\/\/ihu.unisinos.br\/categorias\/186-noticias-2017\/572461-a-terra-de-bergoglio-uma-mensagem-contra-a-hubris-do-dominio-sobre-a-natureza-e-sobre-os-outros\"><span style=\"font-weight: 400\">h\u00fabris <\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">da produtividade, nossa rela\u00e7\u00e3o com a Terra passou de explorat\u00f3ria para predat\u00f3ria. Sem pensar nas consequ\u00eancias, transformamos a Terra de tal maneira que hoje as condi\u00e7\u00f5es que tornam a nossa vida na Terra vi\u00e1vel est\u00e3o amea\u00e7adas. Por causa das nossas desmedidas, corremos o risco de sermos <\/span><a href=\"https:\/\/www.science.org\/doi\/10.1126\/sciadv.adh2458\"><span style=\"font-weight: 400\">extintos<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">. E se estivermos errados? E se a Terra for um ser vivo? E se seres vivos forem todos eles, cada um a seu modo, centros de signific\u00e2ncia?<\/span><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/ihu.unisinos.br\/categorias\/620743-james-lovelock-pai-da-teoria-de-gaia-morre-aos-103-anos\"><span style=\"font-weight: 400\">James Lovelock<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\"> e<\/span><a href=\"https:\/\/ihu.unisinos.br\/espiritualidade\/78-noticias\/601915-lynn-margulis-a-biologa-que-demonstrou-que-a-cooperacao-leva-ao-exito\"><span style=\"font-weight: 400\"> Lynn Margulis<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\"> propuseram nos anos 60 a controversa hip\u00f3tese <\/span><a href=\"https:\/\/ihu.unisinos.br\/categorias\/159-entrevistas\/611609-gaia-antropoceno-e-natureza-tres-conceitos-para-compreender-a-transicao-em-curso-entrevista-especial-com-rodrigo-petronio\"><span style=\"font-weight: 400\">Gaia<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">, segundo a qual a temperatura e a composi\u00e7\u00e3o da atmosfera da Terra s\u00e3o ativamente reguladas pela soma da vida no planeta, a biota. O planeta Terra deveria ser entendido como um superorganismo vivo. Na d\u00e9cada de 60, quando a <\/span><b>NASA<\/b><span style=\"font-weight: 400\"> estava planejando o envio de sondas \u00e0 Marte \u2014 o projeto <\/span><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/viking\/\"><span style=\"font-weight: 400\">Viking<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\"> \u2014, ela contratou <\/span><b>Lovelock<\/b><span style=\"font-weight: 400\"> para investigar a possibilidade de vida em Marte. Na \u00e9poca, era sabido que a atmosfera de V\u00eanus e Marte \u00e9 composta majoritariamente de di\u00f3xido de carbono e uma parcela pequena de nitrog\u00eanio. Al\u00e9m disso, s\u00e3o atmosferas pr\u00f3ximas do equil\u00edbrio termodin\u00e2mico, isto \u00e9, quase n\u00e3o h\u00e1 rea\u00e7\u00f5es entre os elementos que as comp\u00f5em.<\/span><\/p>\n<p><b>Lovelock<\/b><span style=\"font-weight: 400\"> percebeu que o contraste com a atmosfera da Terra \u00e9 gritante. A atmosfera da Terra \u00e9 composta majoritariamente por <\/span><b>nitrog\u00eanio<\/b><span style=\"font-weight: 400\"> e <\/span><b>oxig\u00eanio<\/b><span style=\"font-weight: 400\">. O di\u00f3xido de carbono, embora presente, comp\u00f5e uma parcela m\u00ednima. A atmosfera da Terra est\u00e1 longe de equil\u00edbrio termodin\u00e2mico, o que significa que os seus componentes reagem entre si. No entanto, a composi\u00e7\u00e3o da nossa atmosfera mant\u00eam-se constante ao longo do tempo. <\/span><b>Lovelock<\/b><span style=\"font-weight: 400\"> ent\u00e3o concluiu que algo deve ser respons\u00e1vel por continuamente repor os elementos da nossa atmosfera. Esse algo \u00e9 a vida presente na Terra. Para a frustra\u00e7\u00e3o da <\/span><b>NASA<\/b><span style=\"font-weight: 400\">, <\/span><b>Lovelock<\/b><span style=\"font-weight: 400\"> tamb\u00e9m concluiu que seria improv\u00e1vel encontrar vida em <\/span><b>Marte<\/b><span style=\"font-weight: 400\">.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">O controle que <\/span><b>Gaia<\/b><span style=\"font-weight: 400\"> exerce sobre o oxig\u00eanio no planeta \u00e9 exemplar. N\u00e3o s\u00f3 a oxigena\u00e7\u00e3o da nossa atmosfera foi fruto da atividade de microrganismos por milhares de anos como hoje a biota mant\u00e9m os n\u00edveis de oxig\u00eanio suficientemente elevados para permitir, por exemplo, a vida de milhares de esp\u00e9cies do <\/span><b>metazoa<\/b><span style=\"font-weight: 400\">, mas n\u00e3o t\u00e3o altos a ponto de tornar o planeta inflam\u00e1vel. Argumentos semelhantes foram articulados para sustentar que a temperatura da Terra, a acidez dos oceanos, a diversidade e dispers\u00e3o de minerais no planeta e at\u00e9 a forma\u00e7\u00e3o da crosta terrestre \u00e9 controlada pela vida. Assim como um organismo humano mant\u00e9m a sua temperatura dentro de limiares que s\u00e3o favor\u00e1veis aos seus processos vitais, <\/span><b>Gaia<\/b><span style=\"font-weight: 400\"> mant\u00e9m as condi\u00e7\u00f5es terrestres favor\u00e1veis \u00e0 vida.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">O que \u00e9 a vida? No mesmo per\u00edodo em que <\/span><b>Lovelock<\/b><span style=\"font-weight: 400\"> e <\/span><b>Margulis<\/b><span style=\"font-weight: 400\"> desenvolviam a hip\u00f3tese <\/span><b>Gaia<\/b><span style=\"font-weight: 400\">, os chilenos <\/span><a href=\"https:\/\/ihu.unisinos.br\/categorias\/609102-o-perfil-de-um-mestre-humberto-maturana-romecin-1928-2021\"><span style=\"font-weight: 400\">Humberto Maturana<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\"> e <\/span><a href=\"https:\/\/ihu.unisinos.br\/categorias\/609148-o-legado-de-maturana-sem-cooperacao-amor-e-alteridade-nao-ha-futuro\"><span style=\"font-weight: 400\">Francisco Varela<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\"> se debru\u00e7avam sobre a natureza da vida. Na vis\u00e3o deles, seres vivos s\u00e3o sistemas que se <\/span><b>autoproduzem e se autoindividuam<\/b><span style=\"font-weight: 400\">. Tome como exemplo uma c\u00e9lula eucarionte. Seus componentes e processos s\u00e3o interdependentes. As organelas produzem prote\u00ednas que s\u00e3o necess\u00e1rias para a manuten\u00e7\u00e3o da sua membrana. A membrana, por sua vez, permite a entrada de nutrientes necess\u00e1rios para o funcionamento das organelas. Pode-se dizer que cada processo ou componente da c\u00e9lula depende e \u00e9 produzido pela c\u00e9lula como um todo, n\u00e3o por algo externo a ela. Nesse sentido, a c\u00e9lula se autoproduz. O conjunto de processos e componentes assim interdependentes formam uma totalidade individual no espa\u00e7o, separada do seu entorno. A c\u00e9lula se autoindividua.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Onde come\u00e7a e termina a <\/span><b>Gaia<\/b><span style=\"font-weight: 400\">? Gaia envolve n\u00e3o s\u00f3 os organismos vivos, mas tamb\u00e9m os materiais que eles est\u00e3o continuamente reciclando e que fazem parte do grande sistema fisiol\u00f3gico de <\/span><b>Gaia<\/b><span style=\"font-weight: 400\">. Assim, ela come\u00e7a na crosta terrestre bem abaixo da superf\u00edcie da Terra e termina nas \u00faltimas camadas da nossa atmosfera. Se a princ\u00edpio soa inveross\u00edmil, lembre-se dos in\u00fameros seres vivos que realizam digest\u00e3o extracorp\u00f3rea, ou imagine uma sequoia gigante, composta por c\u00e9lulas vivas e uma grande quantidade de madeira morta. Segundo a concep\u00e7\u00e3o de vida de <\/span><b>Maturana<\/b><span style=\"font-weight: 400\"> e <\/span><b>Varela<\/b><span style=\"font-weight: 400\">, se a biota em conjunto com uma s\u00e9rie de processos e elementos terrestres formam um sistema que continuamente se autoproduz e se auto-individua, ent\u00e3o esse sistema vive. <\/span><b>Gaia<\/b><span style=\"font-weight: 400\"> vive.<\/span><\/p>\n<p><b>Gaia<\/b><span style=\"font-weight: 400\">, assim como todo ser vivo, \u00e9 um sistema distante do equil\u00edbrio termodin\u00e2mico. Para manter a sua organiza\u00e7\u00e3o e n\u00e3o se dissipar, precisa de energia. <\/span><b>Gaia<\/b><span style=\"font-weight: 400\"> se alimenta de luz solar e emite radia\u00e7\u00e3o, assim como uma cianobact\u00e9ria alimenta-se de g\u00e1s carb\u00f4nico e expele oxig\u00eanio. Na mesma tradi\u00e7\u00e3o de <\/span><b>Maturana<\/b><span style=\"font-weight: 400\"> e <\/span><b>Varela<\/b><span style=\"font-weight: 400\">, <\/span><b>Di Paolo<\/b><span style=\"font-weight: 400\"> chamou a aten\u00e7\u00e3o para uma terceira caracter\u00edstica dos seres vivos: a <\/span><b>adaptatividade<\/b><span style=\"font-weight: 400\">. Seres vivos n\u00e3o s\u00f3 se autoproduzem e se autoindividuam, eles tamb\u00e9m monitoram os seus processos e regulam as suas intera\u00e7\u00f5es com o ambiente para mant\u00ea-los dentro das suas condi\u00e7\u00f5es de viabilidade. Por exemplo, uma bact\u00e9ria m\u00f3vel que se alimenta de a\u00e7\u00facar se afasta de regi\u00f5es onde o gradiente da a\u00e7\u00facar diminui e se aproxima de regi\u00f5es onde o gradiente aumenta. Para <\/span><b>Di Paolo<\/b><span style=\"font-weight: 400\">, essa bact\u00e9ria avalia os seus encontros com o mundo em termos da sua organiza\u00e7\u00e3o, do que \u00e9 ben\u00e9fico e mal\u00e9fico para ela. Assim, o mundo que a bact\u00e9ria encontra n\u00e3o \u00e9 destitu\u00eddo de signific\u00e2ncia para ela.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">A <\/span><b>adaptatividade<\/b><span style=\"font-weight: 400\"> implica que todo ser vivo tem uma perspectiva acerca do mundo, por mais simples que ela seja, ou um <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">umwelt<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">, nos termos do fil\u00f3sofo da biologia <\/span><a href=\"https:\/\/ihu.unisinos.br\/categorias\/159-entrevistas\/629418-a-ecologia-fundamentada-no-vazio-o-ser-humano-nao-e-nada-mais-do-que-uma-colecao-de-pedacos-entrevista-especial-com-rodrigo-petronio\"><span style=\"font-weight: 400\">Jakob von Uexk\u00fcll<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">. Pode-se sustentar que <\/span><b>Gaia<\/b><span style=\"font-weight: 400\"> regulou adaptativamente os seus processos nos \u00faltimos tr\u00eas bilh\u00f5es de anos para manter a temperatura m\u00e9dia da Terra mais ou menos constante apesar da luz que recebe do sol ter aumentado aproximadamente 25% ao longo desse per\u00edodo. <\/span><b>Gaia<\/b><span style=\"font-weight: 400\">, como qualquer outro ser vivo, traz \u00e0 tona o seu <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">umwelt<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">, o que \u00e9 ou n\u00e3o significativo para ela.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Por que dever\u00edamos nos importar se <\/span><b>Gaia<\/b><span style=\"font-weight: 400\"> vive e tem uma perspectiva pr\u00f3pria? <\/span><b>Primeiro<\/b><span style=\"font-weight: 400\">, n\u00f3s n\u00e3o somos os \u00fanicos seres que imbuem o mundo com significado. Todo ser vivo o faz. Portanto, todo ser vivo importa. <\/span><b>Segundo<\/b><span style=\"font-weight: 400\">, fazemos parte de um todo maior, cuja sa\u00fade podemos, pelas nossas atividades, prejudicar ou beneficiar. <\/span><b>Gaia<\/b><span style=\"font-weight: 400\"> cuida para manter as condi\u00e7\u00f5es que tornam a vida vi\u00e1vel. O m\u00ednimo que dever\u00edamos fazer \u00e9 abandonar a atitude predat\u00f3ria e colaborar para que <\/span><b>Gaia<\/b><span style=\"font-weight: 400\"> continue vivendo e, assim, tornando a nossa vida vi\u00e1vel. <\/span><b>Terceiro<\/b><span style=\"font-weight: 400\">, n\u00f3s, seres humanos, precisamos mais de Gaia do que ela de n\u00f3s. Uma Terra mais quente, com maior ocorr\u00eancia de extremos clim\u00e1ticos e com menos oxig\u00eanio pode tornar a vida humana e de muitos outros animais muito dif\u00edcil ou at\u00e9 invi\u00e1vel, mas ainda seria prop\u00edcia para muitos seres vivos. <\/span><b>Gaia<\/b><span style=\"font-weight: 400\"> viveu milhares e milhares de anos sem os homin\u00eddeos e provavelmente continuar\u00e1 vivendo por muitos anos sem eles. <\/span><b>Quarto<\/b><span style=\"font-weight: 400\">, a complexidade de <\/span><b>Gaia<\/b><span style=\"font-weight: 400\">, que envolve os efeitos da modifica\u00e7\u00e3o do ambiente operada por todos os seres vivos, \u00e9 algo que mal come\u00e7amos a entender. Para o nosso pr\u00f3prio bem, devemos ser mais cuidadosos e prudentes com as modifica\u00e7\u00f5es que fazemos no planeta. Devemos aprender a conviver com <\/span><b>Gaia<\/b><span style=\"font-weight: 400\"> em vez de guerrear com ela. Se n\u00e3o o fizermos, a nossa derrota \u00e9 certa.<\/span><\/p>\n<p><b>2- Testemunho\/entrevista:<\/b><span style=\"font-weight: 400\"> Hoje vamos ouvir o testemunho de Gisele Laitano, nascida em 1965 na cidade de Porto Alegre, onde vive at\u00e9 os dias de hoje. Ela \u00e9 professora aposentada da Rede Municipal de Ensino de Porto Alegre, Licenciada, Mestre e Doutora pela UFRGS, com a tese sobre a !Identidade Juvenil\u201d, de jovens da periferia urbana;\u00a0 e de Lu\u00eds Marc\u00edlio de Oliveira, natural de Cerro Branco, RS, onde vive como agricultor familiar. \u00c9 casado e pai de dois filhos, participa da comunidade eclesial e do MPA.\u00a0 A Gisele e o Lu\u00eds participaram da Miss\u00e3o Sementes de Solidariedade visitando fam\u00edlias atingidas pelas enchentes deste ano no munic\u00edpio de Cerro Branco, RS. \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 <\/span><b>3- M\u00fasica: <\/b><span style=\"font-weight: 400\">Terra, Planeta \u00c1gua, com Guilherme Arantes;\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 <\/span><b>4- Fotos-da internet:\u00a0 <\/b><span style=\"font-weight: 400\">Gaia<\/span><b>, <\/b><span style=\"font-weight: 400\">Nossa Casa Comum:<\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-5985\" src=\"https:\/\/padrejosimo.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/Casa-4-300x113.jpeg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"113\" srcset=\"https:\/\/padrejosimo.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/Casa-4-300x113.jpeg 300w, https:\/\/padrejosimo.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/Casa-4.jpeg 365w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/> <img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-5986\" src=\"https:\/\/padrejosimo.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/Casa-3.jpeg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"168\" \/> <img decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-5987\" src=\"https:\/\/padrejosimo.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/Casa-2.jpeg\" alt=\"\" width=\"299\" height=\"168\" \/> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-5988\" src=\"https:\/\/padrejosimo.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/Casa-1.jpeg\" alt=\"\" width=\"277\" height=\"182\" \/><\/p>\n","protected":false},"featured_media":5683,"template":"","class_list":["post-5982","revista_radio","type-revista_radio","status-publish","has-post-thumbnail","hentry"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.2 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Revista de R\u00e1dio N\u00ba 579 - 19 de setembro de 2024 - Instituto Cultural Padre Josimo<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/padrejosimo.com.br\/site\/revista_radio\/revista-de-radio-no-579-19-de-setembro-de-2024\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Revista de R\u00e1dio N\u00ba 579 - 19 de setembro de 2024 - Instituto Cultural Padre Josimo\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"INSTITUTO CULTURAL PADRE JOSIMO\u00a0 PROGRAMA REVISTA DE R\u00c1DIO Produ\u00e7\u00e3o e apresenta\u00e7\u00e3o: Frei Jo\u00e3o Osmar 579\u00ba programa: 19 de setembro de 2024: 1- Resenha: No programa de hoje vamos tratar sobre o nosso planeta Terra, tamb\u00e9m chamado de \u201cGaia\u201d, que vem sofrendo muito com os desequil\u00edbrios provocados pela a\u00e7\u00e3o humana nos \u00faltimos s\u00e9culos. 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