{"id":4922,"date":"2023-08-17T17:02:30","date_gmt":"2023-08-17T20:02:30","guid":{"rendered":"https:\/\/padrejosimo.com.br\/site\/?post_type=revista_radio&#038;p=4922"},"modified":"2023-08-17T17:03:01","modified_gmt":"2023-08-17T20:03:01","slug":"revista-de-radio-no522-17-de-agosto-de-2023","status":"publish","type":"revista_radio","link":"https:\/\/padrejosimo.com.br\/site\/revista_radio\/revista-de-radio-no522-17-de-agosto-de-2023\/","title":{"rendered":"Revista de R\u00e1dio N\u00ba522 &#8211; 17 de agosto de 2023"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center\"><b>INSTITUTO CULTURAL PADRE JOSIMO\u00a0<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><b>PROGRAMA REVISTA DE R\u00c1DIO<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><b>Produ\u00e7\u00e3o e apresenta\u00e7\u00e3o: <\/b><span style=\"font-weight: 400\">Frei Jo\u00e3o Osmar<\/span><\/p>\n<p><b>522\u00ba programa: <\/b><span style=\"font-weight: 400\">17 de agosto de 2023:<\/span><\/p>\n<p><b>1- Resenha: <\/b><span style=\"font-weight: 400\">Hoje vamos tratar sobre o sobre a 7\u00aa Marcha das Margaridas que aconteceu nesta semana em Bras\u00edlia, reunindo mais de 120.000 mulheres de todos os recantos deste Brasil. Eram assentadas da Reforma Agr\u00e1ria, Pequenas agricultoras, Ribeirinhas, Quilombolas, Ind\u00edgenas, enfim, mulheres da Terra, das Florestas, das \u00c1guas unidas na luta por mais qualidade de vida para si e para toda a popula\u00e7\u00e3o Brasileira. Seguimos aqui o artigo de Let\u00edcia Chimini no site do jornal Brasil de Fato. No link abaixo a mat\u00e9ria completa.<\/span><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.brasildefato.com.br\/2023\/08\/15\/as-margaridas-a-fome-e-a-luta-contra-a-violencia-no-campo\"><span style=\"font-weight: 400\">As Margaridas, a fome e a luta contra a viol\u00eancia no campo | Opini\u00e3o (brasildefato.com.br)<\/span><\/a><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">\u00a0<\/span><b>As Margaridas, a fome e a luta contra a viol\u00eancia no campo<\/b><\/p>\n<p><b>\u00a0<\/b><span style=\"font-weight: 400\">Margarida Alves, Roseli Nunes e tantas outras e outros existiram, resistiram e suas exist\u00eancias s\u00e3o marcos hist\u00f3ricos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Let\u00edcia Chimini* <\/span><span style=\"font-weight: 400\">Brasil de Fato | Porto Alegre (RS)<\/span><\/p>\n<p><b><i>\u00a0<\/i><\/b><i><span style=\"font-weight: 400\">Prefiro morrer na luta do que morrer de fome (Margarida Alves; Roseli Nunes)<\/span><\/i><b><i>\u00a0<\/i><\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">As camponesas s\u00e3o defensoras dos direitos humanos e, no Brasil, desenraizaram direitos para a totalidade da classe trabalhadora. Nas ra\u00edzes da forma\u00e7\u00e3o s\u00f3cio-hist\u00f3rica do Brasil, o campesinato planta resist\u00eancia, colhe direitos, mas tamb\u00e9m as v\u00e1rias formas de viol\u00eancias plantadas pelo Estado aliado ao capital. Alguns nomes s\u00e3o conhecidos e foram visibilizados pela hist\u00f3ria, outros tantos apagados. O nome das mulheres tem reconhecimento quando uma tomba lutando. Margarida Maria Alves foi dessas mulheres, cuja luta pelos direitos trabalhistas e pela reforma agr\u00e1ria se fundiu com a pr\u00f3pria vida. Sua atua\u00e7\u00e3o se tornou alvo de amea\u00e7as e persegui\u00e7\u00f5es por parte de propriet\u00e1rios de terras e grupos poderosos contr\u00e1rios \u00e0 luta coletiva que fazia. Ela foi assassinada em 12 de agosto de 1983, em frente \u00e0 sua casa por pistoleiros contratados.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">:: <\/span><a href=\"https:\/\/www.brasildefators.com.br\/2023\/08\/14\/mulheres-gauchas-embarcam-rumo-a-7-marcha-das-margaridas\"><b>Mulheres ga\u00fachas embarcam rumo \u00e0 7\u00aa Marcha das Margaridas<\/b><\/a><span style=\"font-weight: 400\"> ::<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Roseli Nunes tamb\u00e9m foi uma lutadora pela reforma agr\u00e1ria e tamb\u00e9m foi assassinada. Sua vida foi ceifada durante um protesto de pequenos agricultores e agricultoras no Norte do RS. Margarida e Roseli tinham muitas coisas em comum, haja vista que a luta por terra, pelo territ\u00f3rio, por justi\u00e7a e direitos anda pari passu na luta contra a fome. Nessa data, conclamamos para reflex\u00f5es que convergem a fome, a luta por terra e territ\u00f3rio (recursos naturais) e, consequentemente, para darmos visibilidade \u00e0s formas violentas e desigualdades estruturais que decorrem dos conflitos na luta de classes. Essas, nos remetem para a forma\u00e7\u00e3o de um pa\u00eds que assentou suas estruturas na explora\u00e7\u00e3o, expropria\u00e7\u00e3o e que transitou todas as fases do Brasil desde Col\u00f4nia, do Brasil Independente, da Velha Rep\u00fablica, da Rep\u00fablica Nova, da Ditadura Civil-Militar, chegando ao Brasil atual. Dessa heran\u00e7a, que se tornou projeto de sociedade, permanecem, tanto a subordina\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola aos interesses exportadores, quanto os componentes n\u00e3o capitalistas nas rela\u00e7\u00f5es de produ\u00e7\u00e3o e nas formas de propriedade, que s\u00e3o redimensionadas e incorporadas \u00e0 expans\u00e3o capitalista, territorializando o capital e monopolizando a terra. Nessa din\u00e2mica, a viol\u00eancia se apresenta como uma dimens\u00e3o fundamental para a compreens\u00e3o do contexto brasileiro e contribui para as an\u00e1lises da rela\u00e7\u00e3o entre acumula\u00e7\u00e3o e a manuten\u00e7\u00e3o do poder das classes dominantes, que se reflete at\u00e9 os dias de hoje, na forma violenta como esse pa\u00eds foi invadido, saqueado, expropriado, com profundas desigualdades no acesso \u00e0 terra, no genoc\u00eddio dos povos origin\u00e1rios, na escraviza\u00e7\u00e3o do povo negro, na qual o capitalismo desenvolveu particularidades de um capitalismo dependente, com primazia da superexplora\u00e7\u00e3o da for\u00e7a de trabalho. Marx (1984) j\u00e1 apontava em sua obra a viol\u00eancia como uma pot\u00eancia econ\u00f4mica presente no processo de acumula\u00e7\u00e3o capitalista. Seguindo pelas ra\u00edzes hist\u00f3ricas do Brasil percebemos que a viol\u00eancia estruturou e estrutura um contexto de dom\u00ednio das elites agr\u00e1rias, conservadoras, escravista e coronelistas, quase um retrato do Congresso Nacional brasileiro. Marini (2000) destacou a import\u00e2ncia da explora\u00e7\u00e3o do trabalho excedente para a acumula\u00e7\u00e3o capitalista nos pa\u00edses dependentes, bem como a utiliza\u00e7\u00e3o de mecanismos de coer\u00e7\u00e3o e viol\u00eancia para garantir a manuten\u00e7\u00e3o dessa explora\u00e7\u00e3o. Bambirra (2013), apontou a viol\u00eancia como forma de reprimir as lutas e resist\u00eancias da classe trabalhadora, garantindo a manuten\u00e7\u00e3o do poder das classes dominantes. Para Castelo (2021), a viol\u00eancia \u00e9 uma pot\u00eancia econ\u00f4mica que permite ao capitalismo dependente obter vantagens econ\u00f4micas e manter sua domina\u00e7\u00e3o. Essa viol\u00eancia se manifesta de diferentes formas, como a viol\u00eancia institucionalizada pelo Estado, a viol\u00eancia das classes dominantes sobre as classes subalternas e a viol\u00eancia simb\u00f3lica presente na cultura e nas rela\u00e7\u00f5es sociais, que vai transversalizar.<\/span><\/p>\n<p><b>:: <\/b><a href=\"https:\/\/www.brasildefato.com.br\/2023\/08\/12\/por-que-margarida-alves-nao-foge-da-luta-legado-historico-segue-em-marcha-ha-40-anos\"><b>Por que Margarida Alves n\u00e3o foge da luta? Legado hist\u00f3rico segue em Marcha h\u00e1 40 anos<\/b><\/a><b> ::<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">No per\u00edodo de redemocratiza\u00e7\u00e3o, a partir de 1988, ocorre uma reorganiza\u00e7\u00e3o do capitalismo no campo brasileiro que pactua latifundi\u00e1rios com a ind\u00fastria transnacional, com a m\u00eddia, com Estado e com o capital financeiro. Essa composi\u00e7\u00e3o fortaleceu as rela\u00e7\u00f5es de poder que articulou terra, as empresas transnacionais e a m\u00eddia hegem\u00f4nica, costurando esse enredo. Por fim, tudo isso com fomento do Estado, atrav\u00e9s de pol\u00edticas p\u00fablicas e de altera\u00e7\u00e3o da legisla\u00e7\u00e3o para estar em conformidade com o projeto pretendido. O Agro n\u00e3o \u00e9 POP, o Agro \u00e9 morte! A insist\u00eancia da m\u00eddia hegem\u00f4nica, que fez sua fortuna na ditadura militar, engana propositalmente a sociedade brasileira quando coloca na mesma propaganda o pequeno agricultor, a camponesa e o latifundi\u00e1rio, no intuito de desmobilizar a identidade camponesa e colocar em um mesmo contexto latifundi\u00e1rios e a agricultura camponesa familiar. Engana o povo quando utiliza a floresta e as monoculturas na mesma m\u00eddia para pintar de verde o que est\u00e1 manchado de sangue. O Agro n\u00e3o \u00e9 top, o agro \u00e9 veneno na mesa. O Agro \u00e9 fome! Cabe ainda, inferirmos sobre os n\u00fameros divulgados pelo censo agropecu\u00e1rio que denuncia desde 2006 que o agro (latif\u00fandio) possui cerca de 70% das terras agricult\u00e1veis, utilizam 70% dos recursos p\u00fablicos para produ\u00e7\u00e3o e produzem apenas 30% da comida que vai para a mesa do povo brasileiro (BRASIL, 2009). O restante s\u00e3o commodities, mercadoria em sua forma bruta. O Congresso Nacional brasileiro \u00e9 a imagem que incorpora os interesses das classes dominantes, com \u00eanfase nas bancadas da b\u00edblia, do boi e da bala. O agroneg\u00f3cio brasileiro foi forjado na escraviza\u00e7\u00e3o do povo negro, no cercamento das terras e das \u00e1guas, no genoc\u00eddio dos povos origin\u00e1rios, na destrui\u00e7\u00e3o ambiental, na subservi\u00eancia e subalternidade econ\u00f4mica, pol\u00edtica, social e cultural aos pa\u00edses centrais, na grilagem de terras, no extrativismo predador e na produ\u00e7\u00e3o de commodities em detrimento da produ\u00e7\u00e3o de comida. O sociometabolismo do capital faz gerar mais viol\u00eancias sobre a classe trabalhadora em um Estado que tem o controle das armas e vimos a cada golpe sobre a jovem democracia, ainda que burguesa, armas a servi\u00e7o das mil\u00edcias, da pistolagem e nas m\u00e3os do \u2018cidad\u00e3o de bem\u2019. A viol\u00eancia que enfrentou Margarida Alves \u00e9 estruturante da forma\u00e7\u00e3o brasileira. Margarida Maria Alves foi a primeira mulher a presidir o Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Alagoa Grande, por 12 anos, em plena ditadura militar brasileira, realizando diversas den\u00fancias e judicializando a\u00e7\u00f5es trabalhistas. O seu caso \u00e9 representativo do contexto generalizado de ataques e assassinatos de defensores e defensoras de direitos humanos no Brasil, pois foi assassinada em sua resid\u00eancia, na frente de toda a comunidade, vizinhos e familiares por um indiv\u00edduo que n\u00e3o fez quest\u00e3o de esconder seu rosto. A viol\u00eancia que matou Margarida Alves e Roseli Nunes segue ceifando vidas, amea\u00e7ando sujeitos da hist\u00f3ria e criminalizando quem ouse alterar a ordem hegem\u00f4nica dos privil\u00e9gios no Brasil. N\u00e3o \u00e9 s\u00f3 a bala de uma arma que provoca a morte, a neglig\u00eancia do Estado mata tanto quanto e a coniv\u00eancia mata ainda mais.<\/span><\/p>\n<p><b>:: <\/b><a href=\"https:\/\/www.brasildefators.com.br\/2022\/09\/01\/comissao-camponesa-da-verdade-lanca-perfis-nas-redes-sociais-para-reforcar-a-luta-pela-memoria\"><b>Comiss\u00e3o Camponesa da Verdade lan\u00e7a perfis nas redes sociais para refor\u00e7ar a luta pela mem\u00f3ria<\/b><\/a><b> ::<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Margarida Alves, Roseli Nunes e tantas outras e outros existiram, resistiram e suas exist\u00eancias s\u00e3o marcos hist\u00f3ricos. Suas vidas e suas lutas deram origem e s\u00e3o inspira\u00e7\u00f5es para marchas, assentamentos, para lutadores e lutadoras do campo, das florestas e das \u00e1guas. Todos os anos, nessa data, Margaridas partem de todos os cantos do Brasil e seguem em marcha at\u00e9 a capital do pa\u00eds para denunciarem o agro e as viol\u00eancias e ataques sofridos dentro de seus pr\u00f3prios territ\u00f3rios. N\u00e3o deve restar d\u00favidas quanto \u00e0 import\u00e2ncia da luta do povo organizado por uma reforma agr\u00e1ria popular, pois a terra conquistada se torna territ\u00f3rio ocupado que n\u00e3o se concretizaria sem a press\u00e3o e a mobiliza\u00e7\u00e3o do campesinato. Essas conquistas extrapolam fronteiras e regi\u00f5es e convergem em for\u00e7a para a totalidade da luta da classe trabalhadora, que mobilizada luta contra a mis\u00e9ria nas cidades, contra o racismo que estrutura as viol\u00eancias contra o povo negro e que condena \u00e0 morte crian\u00e7as e jovens nas periferias, contra a desigualdade de g\u00eanero que chancela a certeza da injusti\u00e7a. Nesse per\u00edodo de lutas e que marcham camponesas de todos os cantos do Brasil, que possamos nos tornar Margaridas na luta pela terra liberta e pela emancipa\u00e7\u00e3o humana. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">* Let\u00edcia Chimini \u00e9 assistente aocial, mestra em Desenvolvimento Regional (Unisc), doutora em Servi\u00e7o Social (PUC-RS), comp\u00f5e a coordena\u00e7\u00e3o da Campanha Permanente Contra a Viol\u00eancia no Campo, militante do Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA).\u00a0<\/span><\/i><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">\u00a0<\/span><b>2- Testemunho\/entrevista:<\/b> <span style=\"font-weight: 400\">Hoje vamos ouvir o testemunho de Nalini M. Castilhos que nasceu em Sobradinho no ano de 1987, mas mora e trabalha em Agudo desde 2005. Trabalha como Operadora de \u00c1udio e apresentadora de programa numa emissora de r\u00e1dio e no Magist\u00e9rio Municipal, como professora das s\u00e9ries iniciais. \u00c9 Licenciada em Educa\u00e7\u00e3o no Campo e tem gradua\u00e7\u00e3o em geografia. Na entrevista ela nos fala da sua vida, sobre a Arte e a Cultura em Agudo e regi\u00e3o sobre sua participa\u00e7\u00e3o na SemeArt, evento art\u00edstico cultural que acontece anualmente nas depend\u00eancias do Semin\u00e1rio Franciscano de Agudo, que neste ano realiza sua VII edi\u00e7\u00e3o e sobre a import\u00e2ncia de tal acontecimento para o bem da cultura local e de toda a comunidade agudense. \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0<\/span><b>3- M\u00fasica: <\/b><span style=\"font-weight: 400\">Sem Medo de Ser Mulher, com Z\u00e9 Pinto;\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0<\/span><b>4- Fotos: Da internet &#8211; <\/b><span style=\"font-weight: 400\">Marcha das Margaridas 2023.<\/span><\/p>\n<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-4925\" src=\"https:\/\/padrejosimo.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/margaridas-6.jpg\" alt=\"\" width=\"275\" height=\"183\" \/> <img decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-4926\" src=\"https:\/\/padrejosimo.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/Margaridas-5.jpg\" alt=\"\" width=\"287\" height=\"175\" \/> <img decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-4927\" src=\"https:\/\/padrejosimo.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/Margaridas-4-300x183.jpeg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"183\" srcset=\"https:\/\/padrejosimo.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/Margaridas-4-300x183.jpeg 300w, https:\/\/padrejosimo.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/Margaridas-4-1024x626.jpeg 1024w, https:\/\/padrejosimo.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/Margaridas-4-768x470.jpeg 768w, https:\/\/padrejosimo.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/Margaridas-4.jpeg 1148w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-4928\" src=\"https:\/\/padrejosimo.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/Margaridas-3.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"168\" \/> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-4929\" src=\"https:\/\/padrejosimo.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/Margarids-2.jpg\" alt=\"\" width=\"275\" height=\"183\" \/> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-4930\" src=\"https:\/\/padrejosimo.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/Margaridas-1.jpg\" alt=\"\" width=\"275\" height=\"183\" \/><\/p>\n","protected":false},"featured_media":198,"template":"","class_list":["post-4922","revista_radio","type-revista_radio","status-publish","has-post-thumbnail","hentry"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.2 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Revista de R\u00e1dio N\u00ba522 - 17 de agosto de 2023 - Instituto Cultural Padre Josimo<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/padrejosimo.com.br\/site\/revista_radio\/revista-de-radio-no522-17-de-agosto-de-2023\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Revista de R\u00e1dio N\u00ba522 - 17 de agosto de 2023 - Instituto Cultural Padre Josimo\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"INSTITUTO CULTURAL PADRE JOSIMO\u00a0 PROGRAMA REVISTA DE R\u00c1DIO Produ\u00e7\u00e3o e apresenta\u00e7\u00e3o: Frei Jo\u00e3o Osmar 522\u00ba programa: 17 de agosto de 2023: 1- Resenha: Hoje vamos tratar sobre o sobre a 7\u00aa Marcha das Margaridas que aconteceu nesta semana em Bras\u00edlia, reunindo mais de 120.000 mulheres de todos os recantos deste Brasil. 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