{"id":2558,"date":"2019-11-19T20:40:24","date_gmt":"2019-11-19T23:40:24","guid":{"rendered":"https:\/\/padrejosimo.com.br\/site\/?post_type=artigos&#038;p=2558"},"modified":"2019-11-19T20:46:03","modified_gmt":"2019-11-19T23:46:03","slug":"olha-a-sua-cor-artigo-de-michele-correa","status":"publish","type":"artigos","link":"https:\/\/padrejosimo.com.br\/site\/artigos\/olha-a-sua-cor-artigo-de-michele-correa\/","title":{"rendered":"Olha a sua cor (artigo de Michele Corr\u00eaa)"},"content":{"rendered":"<blockquote>\n<p><em><strong>Michele Corr\u00eaa<\/strong><\/em><\/p>\n<p><em><span style=\"font-size: 8pt;\">Graduanda em Filosofia na UFPel, feminista negra, Assessora da Pastoral da Juventude (PJ) e Militante do Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA).<\/span><\/em><\/p>\n<\/blockquote>\n<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignleft  wp-image-2559\" src=\"https:\/\/padrejosimo.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/negritude-1024x797.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"467\" srcset=\"https:\/\/padrejosimo.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/negritude-1024x797.jpg 1024w, https:\/\/padrejosimo.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/negritude-300x233.jpg 300w, https:\/\/padrejosimo.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/negritude-768x598.jpg 768w, https:\/\/padrejosimo.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/negritude.jpg 1059w\" sizes=\"(max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><em>\u201cRespeita minha pele preta<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Meu orgulho negro e \u00e9 assim que eu sou<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Respeita meu cabelo crespo<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Essa batida \u00e9 o swing do gueto\u201d<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>(Trecho da Respeite a minha pele, Marvyn)<\/em><\/p>\n<p>A cor da pele em nosso pa\u00eds \u00e9 fator determinante para vida de todo e qualquer cidad\u00e3o, \u00e9 determinante at\u00e9 mesmo para evidenciar quem \u00e9 considerado cidad\u00e3o. \u00c9 a cor da pele que define se voc\u00ea merece ou n\u00e3o ser considerado humano, respeitado como tal, afinal j\u00e1 \u00e9 popular o jarg\u00e3o \u201cdireitos humanos para humanos direitos\u201d, quem s\u00e3o os humanos direitos? Qual \u00e9 a cor da sua pele?<\/p>\n<p>A cor da pele define os corpos atingidos pelas balas perdida. A cor da pele define a juventude que mais morre no pa\u00eds. A cor da pele define quais as mulheres a quem as estat\u00edsticas de viol\u00eancias e feminic\u00eddios mais crescem. A cor da pele define quais mulheres s\u00e3o as maiores v\u00edtimas de viol\u00eancias obst\u00e9tricas. A cor da pele define a quem s\u00e3o as encarceradas e os encarcerados. A cor da pele define quem s\u00e3o os trabalhadores em atividade mais precarizadas. A cor da pele define as vidas que valem e as vidas que n\u00e3o valem.<\/p>\n<p>Foi por causa da cor da pele do seguran\u00e7a, Fabio Coutinho, foi v\u00edtima de inj\u00faria racial por parte de dois irm\u00e3os no jogo de futebol entre Cruzeiro e Atl\u00e9tico Mineiro, no \u00faltimo dia 10\/11\u2026 Um dos irm\u00e3os cuspiu em seu rosto! Foi por causa da sua cor que a cantora Ludmilla foi chamada de macaca durante a premia\u00e7\u00e3o de Melhor Cantora do Ano do Pr\u00eamio Multishow, no fim do m\u00eas de outubro\u2026. Esses s\u00e3o dois casos que tiveram enorme repercuss\u00e3o nacional, s\u00e3o casos que devem ajudar a imaginar os casos absurdos de injuria racial, racismo e preconceitos sofridos pelas popula\u00e7\u00f5es negras diariamente.<\/p>\n<p>Passaram-se 131 anos da dita \u201caboli\u00e7\u00e3o da escravatura\u201d, por\u00e9m as viol\u00eancias e opress\u00f5es n\u00e3o cessam. Os silenciamentos persistem, sejam eles simb\u00f3licos como a invisibilidade e nega\u00e7\u00e3o da hist\u00f3ria do Povo Negro, seja pela viol\u00eancia como a que silenciou Marielle Franco, assassinou \u00c1gatha, desapareceu com Amarildo, arrastou Claudia rua a fora, como arrastava-se os corpos escravizados de outrora.<\/p>\n<p>A cobertura midi\u00e1tica, juntamente com a intensifica\u00e7\u00e3o do ativismo negro no m\u00eas de novembro nos mostra o qu\u00e3o racista somos, o qu\u00e3o racista nossa sociedade \u00e9. A grande m\u00eddia se aproveita do m\u00eas da Consci\u00eancia Negra para expor a desigualdade entre brancos e negros, criando o que pode ser chamado de \u201cNovembrismo\u201d. O novembrismo n\u00e3o \u00e9 necessariamente ruim, por\u00e9m me causa frusta\u00e7\u00e3o, por ser uma onda passageira, que logo se encerrar\u00e1, assim que o rel\u00f3gio marcar os primeiros minutos do dia 21 de novembro, mais um dia da Consci\u00eancia Negra ter\u00e1 passado. Por\u00e9m cabe ressaltar os avan\u00e7os que foram conquistados nas \u00faltimas d\u00e9cadas, muitas atividades desenvolvidas por v\u00e1rios setores da sociedade permitem dar visibilidade para atividades e mecanismos de inclus\u00e3o das popula\u00e7\u00f5es negras, refor\u00e7ando nossa autoestima e valorizando nossa negritude e ancestralidade.<\/p>\n<p>Em tempos de Fake News precisamos fazer a disputa de narrativa, estar atentos, como nos diz a sabedoria popular, \u00e9 preciso estar com um olho no gato e outro no peixe, um exemplo s\u00e3o as in\u00fameras mat\u00e9rias repercutindo os dados do IBGE que demonstram que o n\u00famero de estudantes negros nas universidades p\u00fablicas passou, pela primeira vez, o de brancos, segundo a pesquisa \u201cDesigualdades Sociais por Cor ou Ra\u00e7a no Brasil\u201d, feita pelo IBGE, com base na Pnad Cont\u00ednua. Em 2018, o Brasil tinha mais de 1,14 milh\u00e3o de estudantes autodeclarados pretos e pardos, enquanto os brancos ocupavam 1,05 milh\u00e3o de vagas em institui\u00e7\u00f5es de ensino superior federais, estaduais e\/ou municipais. Isso equivale, respectivamente, a 50,3% e 48,2% dos mais de 2,19 milh\u00f5es de brasileiros matriculados na rede p\u00fablica.<\/p>\n<p>Esta \u00e9 a primeira vez que dados estat\u00edsticos informam que os negros ocupam mais da metade das vagas nas universidades p\u00fablicas. Em 2016, primeiro ano em que a pesquisa trouxe um m\u00f3dulo espec\u00edfico sobre educa\u00e7\u00e3o, havia uma ligeira diferen\u00e7a: 49,5% dos estudantes eram negros e 49%, brancos.<\/p>\n<p>Segundo o IBGE, o avan\u00e7o dessa parcela da popula\u00e7\u00e3o \u00e9 resultado, parcialmente, do sistema de cotas, que desde 2012 reserva vagas a candidatos de determinados grupos populacionais. A partir de 2016, segundo regras estabelecidas pelo Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o (MEC) na Lei Federal de Cotas, ao menos 50% das vagas dispon\u00edveis no Sistema de Sele\u00e7\u00e3o Unificada (Sisu), s\u00e3o reservas para atender crit\u00e9rios de renda ou ra\u00e7a. Se analisados em conjunto com os resultados do antigo question\u00e1rio da Pnad, os dados mostram uma tend\u00eancia crescente de ocupa\u00e7\u00e3o de vagas por essa parcela da popula\u00e7\u00e3o. Nas universidades privadas tamb\u00e9m houve aumento da presen\u00e7a de negros, em fun\u00e7\u00e3o de programas como Fies e Prouni. Em 2016, 43,2% das vagas nessas institui\u00e7\u00f5es eram ocupadas por pretos e pardos. Dois anos depois, esse n\u00famero passou para 46,6%, o equivalente a 2,93 milh\u00f5es de estudantes.<\/p>\n<p>\u00c9 preciso refletir o que esses dados nos mostram, o que realmente significam e como chegamos a eles, se realmente eles se confirmam. O diretor da ONG Educafro, Frei David, credita o aumento do n\u00famero de estudantes negros nas universidades a uma s\u00e9rie de medidas que v\u00eam sendo adotadas desde a d\u00e9cada de 1990. O primeiro grande fen\u00f4meno que gerou esse avan\u00e7o foi a determina\u00e7\u00e3o da comunidade negra a partir dos anos 1990 a criar, nos quatro cantos do Brasil, pr\u00e9-vestibulares comunit\u00e1rios. Concomitante a isso, iniciamos uma luta pelo direito \u00e0 isen\u00e7\u00e3o da taxa do vestibular para todos os pobres, afirma Frei David.<\/p>\n<p>Depois, veio a luta pelas cotas: \u2014 As universidades p\u00fablicas n\u00e3o estavam entendendo a maldade que era fazer um vestibular padr\u00e3o para ricos de escolas particulares e pobres de escolas p\u00fablicas. Ent\u00e3o as cotas foram a maneira de quebrar isso. Foi uma conquista muito dif\u00edcil, muito suada, via Congresso Nacional, mas conseguimos gerar um fluxo de pobres procurando as universidades p\u00fablicas, o que n\u00e3o existia antes.<\/p>\n<p>Embora veja um avan\u00e7o na presen\u00e7a dos negros nas universidades p\u00fablicas, o diretor da Educafro diz que ainda n\u00e3o h\u00e1 \u201coportunidades iguais\u201d. \u2014 A gente demorou muito para chegar nesse momento e devemos celebrar com muita alegria, mas estamos s\u00f3 come\u00e7ando o processo. A meta \u00e9 o mesmo \u00edndice de alunos que termina o ensino m\u00e9dio na rede p\u00fablica, que \u00e9 de 89%, chegar \u00e0s universidades p\u00fablicas.<\/p>\n<p>O maior acesso de pretos ou pardos na educa\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 exclusivo ao n\u00edvel superior. A frequ\u00eancia das crian\u00e7as de at\u00e9 5 anos na creche ou escola cresceu de 49,1% em 2016 para 53% em 2018. A taxa de analfabetismo das pessoas negras de 15 anos ou mais de idade tamb\u00e9m melhorou, caindo de 9,8% em 2016 para 9,1% em 2018. A propor\u00e7\u00e3o de negros com 25 amos ou mais de idade e com pelo menos o ensino m\u00e9dio completo cresceu, de 37,3% para 40,3%.<\/p>\n<p>Apesar dos n\u00fameros hist\u00f3ricos e o fato de representarem agora mais da metade dos estudantes do ensino superior p\u00fablico, a popula\u00e7\u00e3o de cor preta ou parda permanece sub-representada, j\u00e1 que s\u00e3o 55,8% da popula\u00e7\u00e3o brasileira. Em 2018, apenas 35,4% dos negros com ensino m\u00e9dio completo chegavam ao ensino superior (p\u00fablico ou privado). Entre os brancos, esse n\u00famero era de 53,2%.<\/p>\n<p>Outro obst\u00e1culo \u00e9 refletido pela taxa de conclus\u00e3o do ensino m\u00e9dio da popula\u00e7\u00e3o preta ou parda (61,8%), que \u00e9 menor do que a taxa da popula\u00e7\u00e3o branca (76,8%). Essa taxa \u00e9 cerzida a partir do n\u00famero de pessoas com 3 a 5 anos acima da idade esperada de frequ\u00eancia no \u00faltimo ano do ensino m\u00e9dio (de 20 a 22 anos de idade) que conclu\u00edram esse n\u00edvel. \u201cUm fator que auxilia a compreens\u00e3o desses resultados consiste na maior propor\u00e7\u00e3o de jovens pretos ou pardos que n\u00e3o d\u00e3o seguimento aos estudos por terem que trabalhar ou procurar trabalho. De fato, em 2018, entre jovens de 18 a 24 anos com ensino m\u00e9dio completo que n\u00e3o estavam frequentando a escola por tais motivos, 61,8% eram pretos ou pardos\u201d, destacaram os analistas do IBGE.<\/p>\n<p>Quanto maior o n\u00edvel de instru\u00e7\u00e3o, maior a renda. Embora o estudo comprove essa m\u00e1xima, ele mostra tamb\u00e9m que mesmo quando a popula\u00e7\u00e3o negra conclui o ensino superior, ela ainda ganha 45% menos do que a popula\u00e7\u00e3o branca. Isso fica claro tamb\u00e9m pelas posi\u00e7\u00f5es alcan\u00e7adas no mercado de trabalho: os brancos ocupavam 68,6% dos cargos gerenciais, contra apenas 29,9% dos negros, em 2018.<\/p>\n<p>A cor da pele define quem ir\u00e1 ocupar as melhores vagas no mercado de trabalho, alcan\u00e7ar os melhores sal\u00e1rios e obter as melhores promo\u00e7\u00f5es. \u201cSe a mis\u00e9ria dos pobres \u00e9 causada n\u00e3o pelas leis da natureza, mas por nossas institui\u00e7\u00f5es, grande \u00e9 o nosso pecado\u201d, afirmou Charles Darwin. Como no Brasil tr\u00eas em cada quatro pessoas que est\u00e3o na parcela dos 10% mais pobres s\u00e3o negras, o pecado dos brasileiros ultrapassa o mal imaginado pelo pai da teoria da evolu\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies. Porque nosso pa\u00eds determina pela cor da pele quem sofre maior risco de ser jogado na mis\u00e9ria. Pela cor da pele sabemos quem t\u00eam mais chances de ser pobre e de ser revistado pela pol\u00edcia dentro dos \u00f4nibus. Talvez isso explique tantos ataques a educa\u00e7\u00e3o p\u00fablica em n\u00edveis federal, estadual e municipal. Talvez se devam ao fato de educa\u00e7\u00e3o ser possibilidade de liberta\u00e7\u00e3o. O ataque a educa\u00e7\u00e3o \u00e9 a base de qualquer sistema de opress\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Refer\u00eancias:<\/p>\n<p>https:\/\/oglobo.globo.com\/sociedade\/educacao\/negros-sao-maioria-pela-primeira-vez-nas-universidades-publicas-aponta-ibge-24077731<\/p>\n<p>https:\/\/www.geledes.org.br\/nosso-racismo-define-cor-da-pele-dos-pobres-por-mario-lima-jr\/<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Michele Corr\u00eaa: &#8220;A cor da pele em nosso pa\u00eds \u00e9 fator determinante para vida de todo e qualquer cidad\u00e3o, \u00e9 determinante at\u00e9 mesmo para evidenciar quem \u00e9 considerado cidad\u00e3o.&#8221;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"template":"","class_list":["post-2558","artigos","type-artigos","status-publish","hentry"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.2 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Olha a sua cor (artigo de Michele Corr\u00eaa) - 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