PGM #213: Entrevista com Eliane Almeida de Souza a “Doutora Negrita” - “Dez anos de cotas com alunos negros diplomados na UFRGS”



Bloco 1:

Bloco 2:

Temas da Semana:

Nesta semana duas notícias dominaram as manchetes da mídia brasileira: a prisão dos irmãos Batista da JBS e o segundo depoimento de Lula ao juiz Sérgio Moro. A primeira motivada pelo não cumprimento do acordo de delação premiada feito com a Justiça Federal no âmbito da operação Lava Jato. e  o depoimento de Lula na sequência da perseguição judicial midiática movida contra ele com o intuito de inabilitá-lo para concorrer às eleições presidenciais de 2018, onde ele é disparado o favorito. Aqui no RS merece destaque o aparato policial que impedido a caminhada do “Grito dos Excluídos” nas proximidades do Parque Farroupilha em Porto Alegre no dia sete de setembro. E na sequência durante esta semana o Pelotão de choque da polícia militar foi usado para dispersar manifestantes em frente à agência do banco Santander no centro de Porto Alegre. A manifestação pacífica era contra a censura que fez suspender a exposição “QueerMuseu” daquela instituição bancária. Nas duas ocasiões foi desproporcional o usa da força policial contra manifestações pacíficas.

Entrevista de hoje:

Na entrevista de hoje vamos conversar com Eliane Almeida de Souza a “Doutora Negrita”, como gosta de ser chamada. Ela que nasceu e vive até os dias de hoje no bairro Lomba do Pinheiro, Zona Leste de Porto alegre, RS. Na entrevista ela nos fala de sua origem, família pobre e negra da periferia de Porto Alegre, do seu esforço para poder estudar, do seu Mestrado e Doutorado na UFRGS. É defensora das política afirmativas como as cotas raciais e sociais, como deixou clara em sua tese de doutorado: “Dez anos de cotas com alunos negros diplomados na UFRGS”.

Músicas: É preciso saber viver na voz de Ivete Sangalo e Fábio Júnior.